Um novo post, para um novo link.
Eu não a conheço pessoalmente, não. Mas tenho um amigo que é tão amigo, que disse sempre tantas coisas legais dela (mesmo ela dizendo que não é pra acreditar), que eu já tinha uma certa simpatia assim por tabela. Depois que eu descobri que ela é a 2ª pessoa adulta sobre a face da Terra que gosta de Cremogema ( e que apoiou minha receita censurada de bolo de Cremogema), e que tem um blog beeem bacana, não tinha como não gostar. Fica aí a dica de um blog que eu adorei, e que entrou na lista dos favoritos. Minha Lilth.
Eu acho que não sou normal....
Um post num blog de um amigo me fez refletir sobre meus estranhos hábitos alimentares. Alguém já tinha me dito isso antes, e D’Artagnan passa a vida falando mal da minha alimentação, mas hoje, só hoje, eu reparei que posso estar exagerando. Tá, eu até gosto de comida de adulto, como tomate seco e risoto, e também da culinária tailandesa, francesa e nordestina, além é claro, de comida italiana. Adoro um bom vinho, funghi... Mas, verdade seja dita, eu não como isso todo dia, só de vez em quando.
E pra compensar, eu adoro:
*Cremogema (o inspirador do post)
* Papinha cremosa da Nestlé (a de mandioquinha é imbatível)
* Bala de Leite Kid’s
* Batata Frita
* Danoninho de Morango
* Vários tipos de chocolate
* Dadinho
Vocês também têm hábitos alimentares estranhos? Ou eu estou sozinha nesta?



Clássicos da Porcaria: a bala, o tal do cremogema e a gelatina royal.
SOBRE ÍNDIOS E BH
Direto de BH, um post em homenagem ao dia do Ìndio. É, vocês leram bem, dia do Índio. Efeito do queijo, eu acho, e do bar de ontem. Não, brincadeira. Todo mundo sabe que depois das aulas de Antropologia, eu mal posso ouvir falar em índio. Mas a música do Caetano é muito fofa e eu não resisto. Sempre quis postá-la aqui e nunca tive motivo. Assim que voltar posto as fotos do churrasco, se ficarem bacanas.
Um Índio – Caetano Veloso
Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claroinstante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas dastecnologias
Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio
Sobre BH: é uma cidade fofa. Já repararam como o mundo anda fofo esta semana? Com milhares de lojas beeem bacanas e muitos, muitos botecos bacaníssimos. Eu gostei.
Outra coisa: link novo aí do lado. É o blog do Nícolas. Textos bacanas, de uma sensibilidade e tanto.
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