Momento “sim, amo muito tudo isso”!!
Gabriel García Márquez
Relutei um pouco antes de fazer este post. Porque ele tem tudo para ser considerado brega, piegas, cafona e totalmente deslumbrado.
Mas pra que serve o blog se no final da contas eu não puder escrever sobre o que eu quero?
Pense em uma menina de 9, 10 anos. A menina não queria ser bailarina, nem modelo, nem atriz e muito menos dançarina de axé music (até porque ela não era desta época). Ela queria era ser jornalista.
Os anos passaram, a menina cresceu. Estudou jornalismo por um tempo, mas por um motivo ou por outro, teve que parar. A vida tomou outro rumo. Foi conhecer novas cidades, exercer novas profissões, conhecer gente nova. Mas o sonho ficou ali, guardadinho num canto da memória só esperando a oportunidade de aparecer de novo.
Há pouco tempo, ela teve oportunidade de desencavar o sonho do fundo da memória e hoje pode realizá-lo.
E a cada experiência, a cada nova oportunidade, a cada nova aula, sorri tranqüila com a certeza de quem sabe que poderia ser muitas outras coisas na vida.
Mas não quer ser mais nada mesmo que não seja jornalista.
E essa é uma das melhores sensações da vida, com toda certeza.
O mundo às vezes me dá um medo...
O professor que mais nos destrói na faculdade envia um e-mail dizendo que está com saudades.
Um amigo sumido há mais de 5 anos aparece em casa para fazer uma visita.
Enquanto isso, o IRA declara que não vai mais pegar em armas, uma seita de adoradores do bule gigante tem 58 integrantes presos na Malásia, pacotes de dinheiro são encontrados em cuecas e eu desisti de comer doces. Além disso, o MSU (Movimento dos Sem Universidade, pelo fim do latifúndio na educação), diz que está mais ativo do que nunca e Madonna sai na Caras e na Vogue alimentando galinhas com uma saia do tempo da minha vó.
Sei não onde este mundo vai parar.
PS: Este post tem a luxuosa colaboração de Kamilla Bandeira, que me abastece quase que diariamente com notícias bizarras. Tenho medo de pensar de onde ela tira tudo isso...
PS2: Ontem foi Dia Mundial do Orgasmo. Tem poucas coisa melhores nesta vida pra se comemorar, não é não?
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